Recordações....

Queria poder chamar nomes as pessoas, confrontá-las com factos, senta-las num tribunal onde fosse eu o juiz, e o advogado de acusação. Não seria justo, pois não, então acho que seria apenas o advogado de acusação.
Acabei de relembrar provas contidas numa caixinha que guardo no meu quarto, na altura pareciam tão fofas, tão cheias de mel, hoje, apenas sei que estão lá todas as palavras que queria e precisava ouvir…
Uma das cartas, escrita com voz doce e celestial, querendo quase tomar-se por anjo da guarda, hoje nem me liga para perguntar se estou bem… Outra das cartas, cheia de duvidas, a volta das minhas certezas, esta pelo menos foi mais esperta colocou-me no sitio dos anjos, fez-me pensar que tudo deu mal, porque eu fiz tudo para dar certo…
Tirem as mascaras e digam-me o que sentem, diga que me Amam, me Odeiam, que vos sou indiferente…. Mas tirem as mascaras… porque a minha mascara cai sempre, que alguém vale a pena, e a vossa, apenas é substituída por uma menos cinzenta…
Lembras-te da arvore que pintaste para mim?
Lembras-te daquela colher do gelado que saboreamos a dois?
Lembras-te daquelas mensagens que me mandavas?
Lembras-te da carta que me escreveste?
Lembras-te daquele passeio pela praia?
Lembras-te daquele isqueiro?
Lembras-te daquela noite?
Lembras-te daquela conversa?
Lembras-te daquele beijo?
Só uma ultima pergunta…. Lembras-te de mim?
Acabei de relembrar provas contidas numa caixinha que guardo no meu quarto, na altura pareciam tão fofas, tão cheias de mel, hoje, apenas sei que estão lá todas as palavras que queria e precisava ouvir…
Uma das cartas, escrita com voz doce e celestial, querendo quase tomar-se por anjo da guarda, hoje nem me liga para perguntar se estou bem… Outra das cartas, cheia de duvidas, a volta das minhas certezas, esta pelo menos foi mais esperta colocou-me no sitio dos anjos, fez-me pensar que tudo deu mal, porque eu fiz tudo para dar certo…
Tirem as mascaras e digam-me o que sentem, diga que me Amam, me Odeiam, que vos sou indiferente…. Mas tirem as mascaras… porque a minha mascara cai sempre, que alguém vale a pena, e a vossa, apenas é substituída por uma menos cinzenta…
Lembras-te da arvore que pintaste para mim?
Lembras-te daquela colher do gelado que saboreamos a dois?
Lembras-te daquelas mensagens que me mandavas?
Lembras-te da carta que me escreveste?
Lembras-te daquele passeio pela praia?
Lembras-te daquele isqueiro?
Lembras-te daquela noite?
Lembras-te daquela conversa?
Lembras-te daquele beijo?
Só uma ultima pergunta…. Lembras-te de mim?


1 Comentários:
sim, caiam as mascaras... contudo meu fiel amigo que tanto me percebes, mesmo quando estas caiem o demonio nos persegue, o problema está em seleccionar a quem deixamos ver o que está por de trás da mascara! nós que somos de sentimentos faceis, e sabes bem a que sentimentos a que me refiro, temos poucas defesas, muita bondade, muito pouco de mascaras, de inverdades, mas que podemos fazer nos, que apenas pedimos FELICIDADE...
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