4.7.06

Carta de Amor


Estou condenado a afogar-me. A afogar-me em olhos belos, em expressões faciais complexas, enigmáticas…
Está é a minha carta de amor para ninguém.

Olho-te, os teus olhos transmitem-me serenidade, carinho, emoção (será que é paixão?)…
Os meus o que é que te transmitem? O que sentes quando me vês? È estranho estar a escrever-te isto, visto que nem me conheces, nem eu te conheço, mas lá no fundo sinto que sei muito bem quem és, que tu me conheces, que somos um e não dois. Sei, mas não quero saber, quero apaixonar-me, enamorar-me…
Quero ser o eterno romântico, quero amar e ser amado, (não queremos todos?) quero entregar-me em teus braços, sentir a tua pele, os teus lábios, passar as minhas mão pelo teu corpo como mil e uma vezes fiz nos meus sonhos mais escuros, a musa que me aparece várias vezes, uma mulher sem cara, mas com olhos, sem voz, mas que me permite conhecer todo o seu ser, sem corpo, mas a mais bela mulher que já vi. Quero-te, não aqui, não agora, mas quero-te, quando estivermos preparados, quando nos conhecermos, quando tu deixares de ser um sonho….

1 Comentários:

Às abril 25, 2007 1:49 a.m. , Anonymous Anónimo disse...

Very cool design! Useful information. Go on! » »

 

Enviar um comentário

Subscrever Enviar feedback [Atom]

<< Página inicial