11.2.07


Caminho por entre ruas desertas procurando mais um copo de prazer…
Bebo um copo aqui, outro por ali, bebo ate cair para o lado, ate não sentir o que o mundo é e me afastar completamente de todos os moralismos imorais da sociedade, bebo ate não ser a mascara que me constrói, bebo por tudo e por nada….
Chamem-me bêbado, chamem-me alcoólico, mas pelo menos quando bebo deixo de ser anónimo, passo a ser eu…

2 Comentários:

Às fevereiro 12, 2007 1:07 a.m. , Anonymous Anónimo disse...

Volta... para que eu me possa sentar num cantinho e ler o que vai no teu caminho, talvez até um pouco do meu ser.
Eu sei que não deixas-te de sentir, mas assim parece que parte do teu ser vai partir, volta, não só para mim...
“Abre” com outro sentimento, com menos dor por dentro, aquela que nós sabemos que penetra e nada ou nunca pára de ser ferida aberta.
Eu sei que não vais pousar a caneta, quem és tu sem um pouco de letra, uma poesia sempre aberta.
Partilha com os que de ti gostam, apenas parte do que o teu ser mostra, numas poucas frases, que muito e quase nada nos mostram do teu maravilhoso ser.

PS- escrevi aqui porque "lá em baixo" tá de gritos... LOL

 
Às março 04, 2007 2:21 a.m. , Anonymous Anónimo disse...

gostava de poder estar sempre bebeda ou aloolica (como que queiram chamar) para poder ser sempre EU!

 

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