
As arvores como que se vergam de encontro a mim, as nuvens parecem prestes a cair sobre todo o meu ser que já esteve mais longe de voar, e eu continuo de olhar prostrado no infinito… a pensar no nada, que me consome a alma… Alma negra de carvão de fácil combustão, negra e quente, a febre já me consome também, e o meu pensamento no nada a ser consumido com todas as minhas consumições…
Consumo-me, consome-me…
…e a minha alma arde…
…e eu ardo…
…queimo-me, brinco com as chamas…
…elas não brincam comigo…
…consomem-me…
E eu? Que é feito de mim após tanta consumição?
Fui Consumido por um fogo que eu fui criando, com que brinquei, e que brincou comigo…


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