Existência

Eu existo porque? SO FAÇO MERDA ATRAS DE MERDA…
Definitivamente não fui feito para ter relações complicadas, resolvo as dos outros (e mal) mas as minhas só as pioro…. Hoje perdi o que me restava de ti, aqueles momentos que passamos vêem-me agora á memoria como têm vindo ultimamente… Não aguento mais isto… Pela primeira vez na vida sinto-me culpado por tudo o que fiz a alguém e arrependo-me profundamente… Nunca me arrependi, nunca teria mudado nada mesmo que pudesse, mas tu não mereces o meu arrependimento, não é por não o mereceres, é por ao eu sofrer por tua causa é porque sei que te fiz sofrer, te magoei, como nunca ninguém me magoou, só Deus, e isso tu também sabes porque se calhar também sentes isso…
Eu Amei-te, Amo-te…. Sei que por se calhar ter sofrido a conta de uma miúda qualquer, por causa dela te fiz sofrer, não te dei tudo o que merecias… Agora que tinha uma pequena esperança de que pudéssemos ser amigos, que tu percebesses que aquilo que fiz e principalmente aquela memoria que não me deixava ser melhor contigo, já faz parte do passado, e que de alguma forma isso te fizesse sentir melhor. Não queria que namorasses comigo, não, não te queria convencer para isso só queria que soubesses que mudei, e que tu ajudaste muito nessa mudança… Mas com esta cena que fiz, a quente, a escaldar, deitei a minha mudança em certa parte por terra, ainda continuo impulsivo… muito… e isso parece que nunca há de mudar…
Contigo, a teu lado sentia-me calmo, seguro, Amado… Que te dei em troca? Desilusões? Sei que fui uma grande desilusão…
Precisava de despejar pró papel o que sentia…
Isto não é nada mais que uma camada de ideias e pensamentos que precisam de escapar e através das lágrimas se sentiam ainda mais silenciados…
Uns Versos QuaisquerVive um momento com saudade dele
Já ao vivê-lo . . .
Barcas vazias, sempre nos impele
Como a um solto cabelo
Um vento para longe, e não sabemos,
Ao viver, que sentimos ou queremos . . .
Demo-nos pois a consciência disto
Como de um lago
Posto em paisagens de torpor mortiço
Sob um céu ermo e vago,
E que nossa consciência de nós seja
Uma cousa que nada já deseja . . .
Assim idênticos à hora toda
Em seu pleno sabor,
Nossa vida será nossa anteboda:
Não nós, mas uma cor,
Um perfume, um meneio de arvoredo,
E a morte não virá nem tarde ou cedo . . .
Porque o que importa é que já nada importe . . .
Nada nos vale
Que se debruce sobre nós a Sorte,
Ou, tênue e longe, cale
Seus gestos . . . Tudo é o mesmo . . . Eis o momento . .
.
Sejamo-lo . . . Pra quê o pensamento? . . .
by Fernando Pessoa
A Ultima Vez... (Será?...)

È a ultima vez que te escrevo, estou rodeado de todas as recordações que tenho tuas… Acho que aqui já não têm nenhum significado, vou tas devolver por isso…
Como um dia escrevi “já não há românticos”, e eu que me achava um deixei de o ser… Deixei de ter segredos para ti, dei-te o meu ultimo sitio, o que era meu só meu, onde mais ninguém tinha ido comigo, e nem isso…
Estou farto de te Amar tão profundamente, vou seguir com a minha vida, alias já o devia ter feito a muito tempo…
Vou-te deixar com todas as recordações boas e más, para que um dia te lembres de mim como alguém que passou pela tua vida, eu não quero recordar-me mais disto, quero virar as costas ao passado seguir a estrada olhando em frente e dedicando o meu passado ao tudo e nada que há de vir. Quero apenas guardar a recordação do primeiro e ultimo dia, o resto, o resto foi apenas o desenrolar de algo…
Hoje, agora, começa uma nova vida, melhor pior… não sei, não quero saber… apenas necessito do sol, da lua, do mar e do vento, para me manter por aqui mais uns anos e aproveitar ao máximo tudo o que me rodeia.
Desculpa se a atitude parece infantil mas acho que e a melhor…
O amor já não mora aqui, a muito tempo que já não mora ai, e eu só agora percebi isso, por isso, por talvez ter gostado de mais de ti, vou partir…
Adeus
Uma vontade de Amar perdidamente

Uma vontade de amar perdidamente, uma vontade de te abraçar, de te beijar, de sentir o teu toque no meu corpo, sentir o teu cabelo na minha face, o teu corpo a roçar no meu, a agua a escorrer pelos nossos corpos depois de muito suor libertado… E contudo querer esquecer-te…
É tudo tão confuso tudo tão estranho, sempre quis amar perdidamente, como se fosse o ultimo e o primeiro dia de tudo o que nos envolvia, sentir tudo da maneira mais intensa possível e contudo ter tempo para apreciar os momentos da vida, o luar o por do sol, um lindo dia de verão, uma linda chuva que termina com um ainda mais belo arco-íris… Como será possível apreciar esses breves intensos momentos sem ti a meu lado, sem a tua voz silenciosa a dizer que me amavas, os teus olhos ternurentos a desejar-me e os meus a desejar-te no silencio ensurdecedor de amor…Ele pairava no ar, impossível de lhe resistir-mos, impossível de acabarmos com ele… Mas ele teve um momento de fraqueza, um breve momento em que precisei de certezas, por medo de um futuro distante fico agora com um passado próximo e futuro longo de amargura…
Será que és feliz? Que pergunta estúpida, se não fosses não estavas com ele… Terão todos aqueles momentos sido substituídos? Isso já duvido, foram dois anos e meio de loucura e desejo, de encontros e desencontros traçados pelo mesmo destino que um dia nos cruzou e que agora nos separa…
Lembras-te de tudo? Da noite na praia, na tarde na piscina, das tardes de domingo no parque da cidade, nos fins de tarde nos bancos da alameda, do encontro na rua Gil Vicente? Do quanto gostavas de mim e de como esse gostar evoluiu e que esteve quase para não evoluir ao ponto de amor, por um capricho de julgares que não sentias o que sentias? Por isto tudo tenho medo, sim medo que tenhas ficado magoada com os meus joguinhos infantis ao ponto de retraíres o verdadeiro sentimento de maneira a castigares-me, e que te tenhas esquecido que era um simples castigo, uma lição que me querias dar, e que agora se esta a tornar numa cadeira dura e complicada para ter nota positiva…
A vida já me pôs a prova muitas vezes no campo do sentir e do pensar, e digo-te muitas vezes brinquei com os sentimentos e com o pensar, e muitas vezes me meti nojo a mim próprio, sempre fui um solitário a procura de algo que me desse vontade de o deixar de ser, mas ate lá muita coisa passa, e muitos caminhos se atravessam, muitos buracos ficam na estrada da vida, e muitos são criados em vidas que se cruzam com os meus caminhos… Deixei de ser assim, deixei de ser solitário, porque encontrei alguma coisa que me fez voar sem ter asas quando o caminho era difícil e que me punha a caminhar em solo firme quando era necessário… Sim o teu Amor fez-me isso, agora voltei a ser o solitário traçador de caminhos cruzados, umas vezes magoo-me outras magoo outras pessoas, outras ambas… já não há nada de certo na vida, se o que tivemos acabou assim como acabou… sem um ponto final e com muitas reticencias… Nos filmes ou há um final, ou há uma continuação… nos tivemos um final inacabado… mas não houve sequencia…. Porque?
O que me fizeste…

Vi-te, nada me disseste, passas-te por mim… sorriste, olhei para ti… fugiste, chamei-te… mentiste…
Quem diria que havias de falar, chorar, correr… mentir… tudo para mim…
O destino é mesmo assim, um conjunto de factos inexplicáveis que todos gostávamos de conseguir perceber sem contudo nunca os conseguirmos explicar…
Porque choraste? Porque falaste? Porque correste? Porque mentiste?
Que interessa isto? “Passado é passado futuro não pode ser rasgado”….
Temos que continuar a viver… continuar a sonhar, a correr, a Amar… Tu, sim, tu já voltaste a Amar os teus olhos não enganam, mas os sonhos? Que é feito da “bebexinha” sonhadora que se deitava ao meu lado? Fuxiu????????
Eu continuo a Sonhar, só mudei o objecto do sonho… Tornei-me mais ambicioso, quero aquilo que espero alcançar, luto e suo para o alcançar… é um sonhar acordado…
Isto e um conjunto de ideias soltas que queriam fugir… não sei porque as escrevi para ti… podia ter sido para alguém que de valor ao que escrevo e que consiga percebe-lo…
Mas não, foi para ti, é estranho que não consigo quebrar a ligação contigo… logo eu que nunca criei ligações duradouras….
Beijos…
Apesar de tudo, ainda te acho uma sonhadora…
Para ti, um coração para ai assim.... Este texto é dp zkrinen
Origem da vida by zkrinen
Na primeira quarta-feira, quarto dia da Criação, quando o mundo era inocente e puro, o Estudante estava a viver no Tasco do Éden.
Recebeu a tarefa de cultivar e proteger o Tasco. Deus lhe ordenou: "Não bebas da pipa do conhecimento, pois no dia em que beberes vais conhecer montes de gajas" Teve uma opção: recusar ser um engenheiro culto e provido de experiencia e continuar como caloiro, tb conhecido como aprendiz a besta na imensidao de binho no Tasco, sem saber distinguir um bom binho de 86, dum de 94; ou apanhar uma puta tao grande que no dia a seguir o Tasco cheirar a binho e cerveja como no ze esquina e ser banido para o mundo da bebedeiralidade, tb conhecido com universidade do minho. Após três horas de sua criação, 12 finos, cantar o mister gay c as maos nos ombros, 7 jeropigas. um samba, uma chapada, 3 bikeiros nas sobracelhas e uma dor de cabeca que parecia um motor a biodiesel, ja tava cumo um abiao. A eng. piroca permitiulhe que permanessece na recepcao ao caloiro ate bomitar alegremente em frente a barraquinha mais ilustre de engenheiros que a universidade mt nobremente acolhia, a barraca l.e.g.i. ,saltar em cima das mesas do restaurante, roubar uma pipa de binho e obrigar a deslocacao duma brigada de intervencao a deslocarse ao Tasco, foi expulso do Éden para sempre..
É uma história intrigante, e desperta várias questões. Deus criou 1 ser humano perfeito, sem nenhuma malícia ou "puta de bebedeira" Ele, o Todo Poderoso, ordenou-lhe explicitamente para não misturar a fruta de uma determinada árvore com alcool. Mesmo assim, esta alma inocente, que jamais havia sido exposta a influências corruptoras, desobedeceu-lhe em poucas horas. Houve alguma falha na sua criação? Ou, inimaginávelmente, havia algo errado com o figado do jovem? A questao mais importante que se poe e.. Se Deus te dissesse.."Não bebas binho senao es o maior!" após alguns minutos, ias ao bar e pedias o que?
simplicidade da vida academica
esta historia e baseada em factos veridicos, apesar das semelhancas com a outra historia, assegurovos que nao tem nada a ver, alem disso todos os nomes sao ficticios, peace, sem atentados religiosos..