
Porque é que quando quero dizer alguma coisa, a tua beira nada me sai como eu quero? Aquela coisinha mais insignificante, não sai, quanto mais aquilo que te quero dizer, acho que não o digo porque quanto mais te conheço mais me deparo com a complexidade do teu ser, mais certezas tenho, mais sinto…. Sinto muito, mas não to consigo dizer, não era a melhor altura para to dizer, não é a melhor altura para sentir o que sinto, não sei ate se devia estar a sentir, mas o que me importa é que o sinto, e tenho certezas disso.
Perguntaste-me o qual era a certeza que tinha, e quantas mais certezas tenho mais inseguro me pões, não consigo ver no teu olhar, não consigo ver pela simples e única razão daquele sentimento a cegar-me.
As tuas mãos, a tua boca, toda a tua personalidade, tudo me fascina, tudo me provoca aquela emoção, tudo me da vontade de contar a toda a gente, menos a ti, porque lá no fundo os dois sabemos que tu sabes que eu sinto o que sinto, e se calhar é melhor não o dizer, para não estragar o que sentes…

Tirem-me tudo, despojem o meu ser, a minha alma, ponham-me vazio, ponham-me nu a caminhar descalço por uma interminável estrada sinuosa, com os meus pés a sangrarem ate o meu corpo já não ter sangue a correr nas veias… Tirem-me os sonhos, tirem-me os desejos, tirem-me as ideias…
Podem tirar-me tudo, podem ate tirar-me a mim próprio, só há uma coisa que nunca me conseguiram tirar, o Amor. O Amor é a chave da minha vida, não aquela chave que me abre as portas, mas que me prova que as portas existem, e que me faz acreditar que um dia atrás de uma porta, daquela que se abra com essa chave, vou encontrar o Amor… pena o corredor ser tão longo, e a procura cada vez se tornar mais ingrata, mas com a certeza da existencia daquela porta, o Amor da-me a vontade de continuar… O Amor não vence tudo, mas ajuda muito na luta, poruqe nos da algo em que acreditar, mesmo que não seja de todo verdade…
Supernada

Um concerto nos jardins do CCVF (Centro Cultural Vila Flor) ontem a noite fez-me pensar de mais, tanto que me embriaguei em pensamentos, tanto que parecia mesmo tar bêbado com umas quantas bebidas alcoólicas, estava estranho, sempre com as musicas a baterem-me na cabeça, e não só as que ouvi, precisava da musica a correr nas minhas veias. Contudo uma musica ou parte dela, dos Supernada o tal concerto que fui ver, ficou gravada mesmo aqui no meu coração, passou a palavras o que sinto, “EU amo-a mas preciso de saber porquê” e ainda da mesma musica “A minha vida vais ficando mais curta / E o meu desejo sempre a mudar”. O titulo desta musica é “anedota”, faz-me pensar em quantas anedotas a minha vida se divide, e quantas pessoas eu Amei sem saber porquê, e depois sinto a minha vida ficando mais curta com o desejo sempre a mudar.
È estranho Amar-te e não saber porquê, querer estar contigo sem um propósito em especial, querer beijar-te e sonhar contigo sem saber o porquê, e sem saber o porquê e não o conseguindo desvendar ainda me da mais vontade de o descobrir num sonho ao teu lado. Tu pões-me num estado de nervos que nem imaginas, o coração estremece, as mão tremem e a mente deixa de se questionar, deixa de mentir, porque no fundo eu sei porque te amo, simplesmente porque te amo e acho que isso e mais que suficiente para te amar…
ser diferente....

No meio da multidão caminho sozinho, errante e sem destino, tento ter um rumo olho para as placas mas não percebo o que lá está inscrito, o mundo definitivamente tem vontade própria e não fala a minha língua. Gira para lados diferente todos os dias, e a rotação só varia quando apenas precisava de mais uns segundos de rotação para alcançar os meus objectivos, gira, volta a girar, e assim ando eu no carrossel da vida, que no meu caso não da voltas, chega quase ao ponto de partida e volta a girar noutro sentido, fico no marasmo da banalidade, enquanto tento lutar para ser diferente, sei que o sou, só não sei em quê, e porque…
Gostava de ser diferente em muitas coisas, mas nas que eu realmente quero, apenas sou diferente no mais fácil que existe, o que não me contenta, sou diferente na maneira de vestir, na maneira de pensar, na maneira de sentir, de chorar, de rir, de viver, mas naquele aspecto em que queria ser diferente a minha maneira, sou-o da maneira mais fácil…. Desisto… e assim sou diferente, porque não me apetece lutar… mas a parir de agora vou ser diferente vou lutar pelo objectivo, porque quero ser diferente e não quero andar com 3 fitas de 2 cm….
Um cd qualquer...

Sabes aqueles momentos em que pegamos num cd qualquer, daqueles tempos em que ainda se compravam cd’s, e pomos a tocar uma velhinha musica que nos trás a memoria uma série de momentos vividos, uma série de momentos em que julgávamos estar em baixo, e muitas vezes hoje gostávamos de estar como naquela altura em que nos queixávamos dos problemas de então, problemas esses que hoje provavelmente se resolveriam facilmente de mil e uma maneiras até…
O tempo está sempre em constante mutação e nós mesmos mudamos, desejamos sempre mais, com algumas excepções como alguém disse, mas acho de das poucas excepções que limitam o ser humano a querer mais, são o cansaço e a vergonha principalmente. Todos temos vergonha de pedir mais, podemos ser mal interpretados, podemos passar do conforto do que temos para o nada, por pedirmos um bocadinho mais, e não arriscamos, ou então quando sabes que pode demorar, que podemos ter que lutar para ter só um pouquinho mais, não lutamos por medo de nos cansarmos…. Ou porque não aguentamos lutar mais, e o nosso braço fica estendido no braço de fero com o tempo.
Vou lutar, aos poucos para não ser vencido pelo cansaço, e não vou ter medo, porque basta aquele algo que já tive para não me assustar com a possibilidade do nada…
O meu pequeno e aconchegante complexo mundo

Deitei-me no vazio, fechei os olhos para contemplar tudo o que me envolvia, até me apeteceu suster a respiração eternamente para poder contemplar aquela perfeição de momento. As ideias passeiam diante do meu ser, e os sonhos brincam ás escondidas, acho até que o amor anda a brincar com eles também, pois já não o vejo desde que fechei os olhos para contemplar o meu mundo…
O meu mundo não é muito complicado, não é muito triste ao contrario do que muita gente pensa, não é melancólico e muito menos futurista, e mesmo que fosse, continuaria a ser perfeito no momento em que é o meu mundo, porque é o meu mundo, e é assim que gosto dele. Vai mudando, sonhos escondem-se e nunca mais os encontram, outros só gostam de brincar um pouco mais as escondidas, outros nunca se conseguem esconder, assim se passa também com os sentimentos mais intensos, como o amor, esconde-se, aparece, desaparece, volta com outra imagem, desaparece por meses, troca de identidade com a paixão só para não o reconhecer logo… Este meu mundo é muito meu, muito estranho, mas ajuda-me a ver o que se passa a minha volta e realmente deixa marca, o que mais vale ficar escondido ou fugir, e o que quero que não se esconda, não fuja, mas que passeie diante de mim como as ideias… como tu…
Caminho pela noite...

Divago pelas ruas a procura de um pouco de conforto para o meu ser solitário, no vazio das ruas durante a noite. Encontro pessoas que se beijam, encontro grupos de pessoas que apesar de irem em grupo, parecem mais solitárias que eu na minha solitária solidão.
Olho para o céu e contemplo o infinito templo que se situa mesmo por cima do meu ser, aquela enorme imensidão faz-me lembrar o teu ser complexo que vou descobrindo pouca a pouco, e que cada vez mais me faz querer descobrir mais, de uma maneira ou de outra, se os teus olhos não falam comigo e a tua boca não me olha de frente, com certeza que o toque das minhas mãos nas tuas me transmitira aquela sensação necessária para saber o que estas a pensar. Não queres ser fácil de descobrir, não queres revelar o teu mundo, não queres que eu deambule pelo teu ser como deambulo pelas ruas á noite, se um dia me deixares entrar completamente dentro do teu ser, sei que será de mão dada a tua alma, porque não deixas qualquer pessoa caminhar pelo teu caminho e eu já caminhei por sítios onde tu nunca pensas-te que eu conseguisse entrar, mas como alguém disse, nem sempre a porta da frente é a única entrada….
E assim vou caminhando sozinho, até um dia ter alguém que me acompanhe, e ai talvez outro ser solitário que deambule pelas ruas, também ache que somos só mais duas pessoas aos beijos, mas nós saberemos que nunca será assim, porque isso é simplificarmos de mais uma equação tão extensa como o amor…
Serás tu?

Imagina alguem...
.... aquela pessoa especial...
.... sentes um frio na barriga e não sabes esplicar porquê...
... fecha os olhos e sente...
Queria poder fechar os olhos, sentir-te aqui, mesmo de olhos fechados sentir a tua presença e ficar confortado com o teu olhar, queria dizer-te o que sinto, mas tenho medo. Perdi muita coisa na minha vida pelo medo, perdi muita coisa por falta de medo, por excesso de coragem, hoje apenas vou deixando o momento construir-se, um momento certo para falar, um momento certo para te explicar o que sinto, o momento...
O momento construido...
...um olhar...
...um sorriso....
...umas palavras saidas de uns labios descontrolados....
...uns labios pintados com baton de medo....
....um sorriso cheio de esperanças...
...um olhar expectante....
Esse momento será "o momento", aquele em que finalmente ouvirei da tua boca a resposta ao que a minha proferir, será aquele momento, mas será que irá ter uma continuação de momentos?
Ressurreição em menos de 24h...
Uma conversa muda muita coisa, ainda para mais quando e com alguém que sabe conversar e que significa bastante para mim.
Hoje numa conversa com ela, ela fez-me ver que não é o fim do blog a solução, nem o caminho. Vou continuar a escrever, não para mim, mas para quem quiser ler, mas em especial vou escrever para ti, porque foste tu que me deste força, mesmo sem imaginares que não era só a força de vontade que me davas, mas sim algo mais forte.
Obrigado, nunca te esquecerei, e se um dia acabar alguma coisa, vai ser acabar com o meu vicio do tabaco.
Beijos, não sabes o que significaram as tuas palavras….
RIP Night Wishes

Vou deixar de escrever neste blog, este será o ultimo texto presente aqui, mudarei para um qualquer sitio, provavelmente instalado no disco rígido do meu computador, ou numa qualquer prateleira poeirenta do meu móvel. Não consigo escrever nem mais um texto para alguém especial, não consigo mais divagar sobre nada.
Apenas quero que quem me compreenda leia os meus textos, e não qualquer pessoa que julgue saber o que é sentir o que eu sinto, porque muita pouca gente sabe…
Agradeço a todas aquelas que me inspiraram para escrever estes textos, vou só por a primeira letra de cada nome das principais, porque elas sabem quem foram e são:
V
E
C
C
C
M
S
Z
E um agradecimento por ser quem sou a uma pessoa que já não pode ouvir um obrigado… a ti Mãe…
Tempos....

Sentei-me a conversar com o tempo, numa conversa em que o tempo parou, porque nunca tinha tempo para conversar com o tempo, vi tudo o que eu tinha apressado, o que a loucura do momento me tinha feito fazer mal tantas e tantas vezes… Decidi nunca mais apressar o tempo, porque o tempo prometeu-me dar mais tempo do que eu contava ter.
Apareces-te, aproximaste-te, aproximei-me, deste-te, dei-me, mas tu querias que eu me desse mais, querias tudo como eu um dia quis antes de conversar com o tempo, não queria tudo ou um pouco mais, queria o bastante para não te esqueceres (julgava eu que não te esquecias). Tu esqueceste-me, esqueceste aquele breve instante em que me dei até onde podia dar, queria poder dar-te o que querias, mas não ali, não agora, mas sim num lugar especial, numa sucessão de breves especiais, que culminariam e prosseguiriam naquilo que me pediste….
Pedis-te, mas será que o sentis-te?
O que é a...?

Serei sempre um eterno apaixonado, acho que apaixonar-me é a coisa que faço com mais facilidade. Apaixono-me por uns olhos calmos e serenos, como o mar naquelas noites perfeitas, apaixono-me por um sorriso terno e ingénuo, apaixono-me por palavras doces e fortes…
Há mil e uma maneira de nos apaixonarmos por muitas e variadas coisas, o que me faz apaixonar por algo de uma maneira única, é o resto, o que esta para alem da paixão. Não há uma maneira de definir o que será esse resto, posso dizer que é tudo, desde que não seja paixão. Esta bem vim parar a mais um paradoxo, a paixão define-se única quando esquecemos que estamos apaixonados, mas se pensarmos até tem lógica não? A paixão é fútil, não tem conteúdo, o resto de varias formas e maneiras vai-nos dar o suporte para a paixão poder manter-se.
Já tive muitas paixões, mas quantas delas ainda duram? Quantas delas foram correspondidas e quantas delas se ficaram só por um breve momento de ilusão?
Hoje não quero mais uma paixão, um breve e insípido momento sem essência, quero uma paixão repleta de conteúdo, não quero só um sinal de paixão, quero saber que para além de um olhar, para além de um sorriso, para além de umas palavras, estou apaixonado por ela, ou por ela, ou até por ela….
Quem me dera compreender as minhas paixões com prazo de validade, por a embalagem estar vazia ou ter um rotulo com publicidade enganosa….
Dados Viciados

Hoje descobri ao fim de muitos anos de relacionamento com uma pessoa, que o que ainda hoje nos liga enquanto amigos, ou o que lhe quiserem chamar, foi o que nós demos um ao outro. Só hoje me apercebi que ela também me deu algo, me fez algo, pensava que tinha sido uma coisa passageira, que pouco ou nada me tinha trazido, exceptuando as conclusões “Post-Mortem” do nosso namoro.
Uma conversa de café baseada em amores e desamores, em passado presente e futuro, em morte e em vida, em tudo e nada e na fragmentação do ser, levou-me a chegar a razão de nunca me ter conseguido separar dela; Eu fiquei a pertencer a ela e ela a mim, ela foi buscar fragmentos meus e eu fragmentos dela, só que eu apaixonei-me pelo que ela tinha e eu não tinha, o saber tocar algo, não violinos, não guitarras, apenas tocar o desejo. E ela o que tirou de mim? Tirou-me a minha filosofia barata, o meu pensar, a minha visão do mundo, até a minha maneira de gerar sentimentos (um dia quando já não precisar disto eu explico o sistema, tá?).
Quando olho para ela as vezes tenho medo do que vejo, pois vejo-me a mim… ou o que outrora fui, e assusta-me, não sei porque, mas um ser do sexo feminino com as características dela, aproxima-se da temida “femme fatale”, uma mulher manipuladora, temida e desejada… para que é que eu te ensinei a minha maneira de pensar, ficas-te tão poderosa, consegues controlar o teu mundo, e eu?
Tenho ainda as mãos para tocar, a boca para falar, os dedos para escrever… Ainda sei manipular, ainda sei provocar sentimentos…
………mas já não o quero, não o desejo….
…. Já vi que o caminho não é por ai, não é no viciar os dados, mas sim no deixar os dados rolar, e desejar que eles estejam a pensar no mesmo que nós…
...

Um coleccionador de sonhos, era um bom titulo para um livro, não?
Imaginem uma história de um rapaz, começaria com umas paginas a resumir a vida até aos 15 anos, idade com que acabou o 9º ano, ai nessa breve introdução ficaria demarcada a vontade de sonhar, a pureza, a ingenuidade. Na 2ºa parte descreveria os três anos seguintes, os tempos de liceu, sonhos a irem e a virem, a definição da personalidade, a perda da pureza e da ingenuidade… Depois uma 3ª parte, os 2 primeiros anos de universidade, os meandros da mente de um jovem adulto, os sonhos, os pesadelos, as dificuldades, bem, seria definitivamente uma parte muito longa….
A ultima parte seria reservada aos sonhos, e acabaria com sonhos…porque ainda quero sonhar muito dentro dos meus pesadelos….
Carta de Amor

Estou condenado a afogar-me. A afogar-me em olhos belos, em expressões faciais complexas, enigmáticas…
Está é a minha carta de amor para ninguém.
Olho-te, os teus olhos transmitem-me serenidade, carinho, emoção (será que é paixão?)…
Os meus o que é que te transmitem? O que sentes quando me vês? È estranho estar a escrever-te isto, visto que nem me conheces, nem eu te conheço, mas lá no fundo sinto que sei muito bem quem és, que tu me conheces, que somos um e não dois. Sei, mas não quero saber, quero apaixonar-me, enamorar-me…
Quero ser o eterno romântico, quero amar e ser amado, (não queremos todos?) quero entregar-me em teus braços, sentir a tua pele, os teus lábios, passar as minhas mão pelo teu corpo como mil e uma vezes fiz nos meus sonhos mais escuros, a musa que me aparece várias vezes, uma mulher sem cara, mas com olhos, sem voz, mas que me permite conhecer todo o seu ser, sem corpo, mas a mais bela mulher que já vi. Quero-te, não aqui, não agora, mas quero-te, quando estivermos preparados, quando nos conhecermos, quando tu deixares de ser um sonho….
Uma estrela...

Olho para o céu, lá longe uma estrela brilha mais que as outras, parece até que a posso tocar, que a posso sentir (poderei?). O que terá esta estrela de diferente tão especial e sem significado nenhum, vi-a a pouco tempo e já tenho o vicio de a querer ver todos os dias, mas ela vai e vem, numa rotina incerta, num bailado pelos céus.
Não sei que sentimentos me provoca, não sei quase nada sobre ela, não sei, mas quero saber, quero que a estrela venha até mim, me sussurre ao ouvido os seus medos, me mostre os seus sentimentos, me mostre o caminho… Estrela, quem és tu? Volta, vamos conversar, não quero mais nada do que uma conversa, depois tu decides, ou voltas para o céu, ou ficas a iluminar o meu mundo… Ou vais e vens, como tens feito, não me importa, apenas não quero que desapareças do céu.
Sei bem que o meu mundo é pequeno demais para uma estrela como tu, ou não sei, o meu mundo é feito de questões, enigmas, e tu ainda me colocas-te mais um. O que é que realmente quero? Será só uma conversa? Será só uma amizade? O que é? Sei que sinto, mas será que o posso dizer a uma estrela que brilha no céu?
1/2 FInais.... Também sou Portugues não é? um post é merecido
Um dia conquistamos os mares nunca antes navegados, outro descobrimos terras que ninguem pensava existir, já fomos Deuses, já fomos o centro do Mundo... Gloria Antiga, Volta a Nós... Selecção até a final, vamos para berlim...
ALma Mater (by Moonspell)
Mother Tongue speaks to Me
In the strongest way I've ever seen
I know that she sees in Me
Her proudest child, her purest breed
She speaks to Me in colours
That I can't really understand
I only know that they are ours
And to those I'll proudly bend
For I am your only child
And you my dearest mystery
From an ancient throne I defy the world
To kneel before the Power within.
For I am your only child
And you my dearest mystery
World can't you see it?
Am I alone in my belief?
Virando costas ao Mundo
Orgulhosamente sós
Glória Antiga, volta a nós!
ALMA MATER!
Breaking waves announce my Bride
It is the only way the Sea could sing
Legends of Lusitanian pride
He sings the words I cannot spring
At the Moon Mountain six wolves cry
Your lost glory we'll regain or die
For I am her only child
And she is my dearest mystery
Pagan Gods in conspiracy
For the sword of Tyranny
Mother Tongue has spoke to thee
In the strongest way they've ever seen
World can't you see ?
I am not alone in my belief.
ALMA MATER!
Virando costas ao Mundo
Orgulhosamente sós
Glória Antiga, volta a nós!
ALMA MATER!
Mother Tongue has spoke to Me
In the strongest way I've ever seen
I know that she sees in Me
Her proudest child, her purest breed
She speaks to Me in colours
I can't really understand
I only know that they are ours
and to those I'll proudly bend
For I am her only child
And she is my dearest mystery
From an ancient throne I defy the world
To kneel before the powers within.
For I am her only child
And she is my dearest tragedy
World can't you see it?
I am not alone in my belief.
Virando costas ao Mundo
Orgulhosamente sós